A anorexia como “novo sintoma”

Em textos anteriores, me estendi bastante sobre a formação de novos sintomas em detrimento da falência da função paterna. Meu objetivo aqui não é repetir o que já foi dito, mas teorizar um pouco sobre um dos sintomas que vejo como emblemáticos da precarização simbólica, característica do neoliberalismo: a anorexia nervosa

A segunda clínica lacaniana tenta dar conta da falência da metáfora paterna. Com a horizontalização das relações, a imago de um pai detentor da verdade é substituída por uma igualdade entre os pequenos outros que praticamente impossibilita a ascensão de um igual para a posição de grande Outro. O sujeito pós-moderno é caracterizado por seu desbussolamento, assujeitado a um imperativo de gozo que deixa claro sua dificuldade em relação à linguagem. Ao invés de sintomas linguistéricos, temos o ato em relação direta com o gozo. Os novos sintomas não passam pelo apelo ao Outro, vão direto para a ação, a procura de satisfação. 

Estamos em tempos onde “o Grande Outro não existe” (Zizek, 2009), tempos de incertezas que desnorteiam o sujeito e tiram qualquer possibilidade de uma estrutura clínica certa para cada um. Uma das consequências que vemos com essa descrença no Outro é que passamos a acreditar mais em nossos olhos do que no que nos é dito. Les non-dupes errent: Os não-tolos erram. Esse é um trocadilho no título do seminário 21. Os nomes do pai pode ser homofonéticamente lido assim. Ao invés do mínimo de idealização que criávamos como sociedade em cima de uma figura do Outro, agora tendemos a ser os não-tolos que erram ao acreditar no imaginário de nossos olhos.

Ao aceitarmos passivamente a disseminação de redes sociais nas quais o que importa é estar (parecendo) feliz o tempo inteiro, construímos a nossa volta as paredes de um panóptico nunca antes imaginado. Nós mesmo nos tornamos a figura que policia nossas ações. Cada momento parece precisar ser catalogado, mostrado para o outro, senão perde seu valor. Sob o neoliberalismo, a coerção é internalizada; saímos da posição de sujeito desejante para meras mercadorias.

O peso disso em nossa subjetividade é que ficamos sem recursos para sintomatizar o nosso mal-estar além da passagem ao ato, o acting-out e a inibição. Os novos sintomas são um reflexo disso, a anorexia é emblemática nesta questão. Enquanto os sintomas clássicos eram uma expressão disfarçada do desejo, temos com os novos sintomas sujeitos expressando mais diretamente suas pulsões. A anorexia é a exacerbação do individualismo sem regras, do caos neoliberal ansioso, fútil, eufórico e passageiro. Ela é uma resposta, mesmo que fracassada, da impossibilidade do indivíduo perante os padrões ideais impostos pela sociedade do consumo. 

Nosso sujeito não chega mais no consultório com uma demanda definida, com uma queixa a ser resolvida. O problema agora é o desbussolamento de um sujeito que não consegue formular uma demanda. A psicanálise precisou ir além do inconsciente simbólico e transferencial, não mais vendo o sintoma como decifrável e classificando o sujeito em estruturas neuróticas, perversas ou psicóticas. Mas sim rumo ao “osso do sintoma” (Forbes, 2017), aquilo de mais singular no sujeito, em sua relação com o significante mestre e o objeto a. O que nos importa agora é a suplência singular que cada sujeito faz da relação sexual que não existe.

Absolvidos em um tecnicismo exacerbado, a angústia se tornou uma questão de mercadoria e a anorexia vem sendo ofertada como uma solução. Junto com dispositivos que prometem acabar com a distorção estrutural entre eu ideal/ideal do eu, a anorexia é mais um dos produtos vendidos como solução para atingir uma perfeição estética capaz de obstruir a falta. As anoréxicas, mergulhadas no desamparo e na falta de referencial que antes era dado pelo Nome-do-Pai, se vêem órfãs em uma cultura onde a saúde é uma indústria bilionária. 

Dito isso, gostaria de começar a explorar a anorexia pelas vias psiquiátricas. Mesmo sendo um diagnóstico limitador e que tira a responsabilidade do sujeito perante seu sintoma, acho que começar pelo senso-comum é uma boa forma de desmembrarmos psicanaliticamente o que constitui um sujeito anoréxico. De acordo com o DSM-V, os critérios diagnósticos da anorexia consistem em:

A.  Restrição da ingesta calórica em relação às necessidades, levando a um peso corporal significativamente baixo no contexto de idade, gênero, trajetória do desenvolvimento e saúde física. 

B.  Medo intenso de ganhar peso ou de engordar, ou comportamento persistente que interfere no ganho de peso, mesmo estando com peso significativamente baixo. 

C.  Perturbação no modo como o próprio peso ou a forma corporal são vivenciados, influência indevida do peso ou da forma corporal na autoavaliação ou ausência persistente de reconhecimento da gravidade do baixo peso corporal atual.

Em uma primeira leitura, podemos considerar essa restrição alimentar como uma resposta ao desejo do Outro. Seja um “excesso de amor” que vem junto ao ato de alimentar, como também uma ausência deste, a recusa anoréxica visa imobilizar a falta. Essa é uma tentativa de estabelecer uma uniformidade, uma constância e inércia para não ter que lidar com a troca com o mundo. Troca significa perda, demanda supõe lidar com a falta. O que a anoréxica quer é se abster da própria linguagem para não ter que perder nada. É importante ressaltar o que Lacan nos diz sobre o tema: o que a anoréxica come é o próprio nada. “A anorexia mental não é um não comer, mas um comer nada” (Lacan, 1956-57, p. 163). Este nada se torna o objeto separador do sujeito anoréxico e seu Outro. É um afronte que demanda do Outro que tenha um desejo fora do sujeito, para que cesse de sufocar o seu próprio desejo com respostas incessantes e persistentes. 

Já o medo intenso de ganhar peso parece ser uma resposta angustiante à identificação egossintônica que a anoréxica tem com o seu sintoma. Ela é impermeável a interpretações, pois para ela nada há de errado com o comportamento de evitar calorias. O objeto comer nada só falha quando há risco de morte. Antes disso, não há demanda de análise vinda do sujeito, e sim de seus familiares. 

A perturbação no modo como vê seu próprio corpo é um dos indícios que seu Imaginário se encontra comprometido em relação a um ideal. O que vemos na anorexia é uma inexistência de um ideal de eu para dar conta da idealização criada pelo eu ideal. Enquanto o ideal de eu é a forma simbólica com a qual tentamos lidar com um ideal corporal, o eu ideal é a idealização de uma completude imaginária inalcançável que tem suas origens no estádio do espelho. Para a anoréxica, a completude do eu ideal não é impossível, ela só precisa trabalhar mais no seu comer nada. 

Há de se destacar aqui quais as possíveis origens de uma anorexia, mesmo que isso implique em uma limitação na primeira clínica. Como de costume, o Outro materno interpreta as demandas do bebê como as lhe convém. Mas no caso da anoréxica, o Outro interpreta a demanda que lhe é endereçada tentando esgotá-la. O Outro sufoca a demanda, a mãe devora a filha, asfixiando-a. Como consequência, a filha devora a mãe pela recusa alimentar e um ciclo vicioso se forma. Houve uma falha geracional na constituição da imagem da filha no estádio do espelho. A mãe da anoréxica transformou sua filha em uma extensão de seu próprio corpo, tornando-a um objeto que barrará a dor da sua própria castração. Nesse sentido, a mãe reproduz com a filha o mesmo que fizeram com ela, impregnando a criança com valores impossíveis de serem abocanhados. A mãe utiliza a própria filha como tampão da falta. 

Magalhães (2015) nos diz que se trata de mães narcisistas, desprovidas de estabelecer relações objetais, pois não há reconhecimento de fraqueza para se criar uma demanda. O próprio Lacan (1969-80) refere-se a essas mães como “mães-crocodilos”, que formam com a criança um curto-circuito de gozo onde não há mediação pelo simbólico. Temos aqui uma relação efetivamente tóxica, na qual a filha entra num jogo de medir forças e usa o comer nada como forma de submeter o Outro em uma falta. O Outro com quem disputa é o Outro materno, o Outro do sexo, da imagem distorcida e da feminilidade. Por uma aparente recusa, a anoréxica tenta desvencilhar-se da fusão com a mãe. 

A falha no estádio do espelho se dá pela permanência da anoréxica no tempo de júbilo com a própria imagem. Assim como Narciso, seu maior risco é mergulhar e morrer afogada. No que tange à anorexia, existe um corpo à parte, perfeito, ideal e puro. Ela nada quer saber sobre seu sintoma, pois o corpo ideal já está dado. Quando esta vê seu corpo, a partir do olhar do Outro, pelo ideal de eu simbólico, ela entra em pânico. Através deste olhar, só há distorção. Seu corpo está completamente marcado pelo eu ideal no sentido de que nunca estará magro o suficiente. A completude parece estar a poucas calorias de distância, mas quando se chega no suposto “peso ideal”, ele cai novamente para outro ideal. O ideal do eu serve para criar a capacidade de negociação entre o que somos e gostaríamos de ser, mas na anorexia isso falta. Ela é puro eu ideal, renegando assim a castração. 

Podemos admitir que na anorexia não há demanda, mas não há falta de fixação, compulsão à repetição e regressão a um momento de completude. A anorexia é uma patologia do imaginário por excelência. Na anorexia, a imagem é estática ao invés de uma dinâmica, não lhe foi estruturado um desejo próprio para se mover metonimicamente na cadeia significante. Essa ausência de demanda está relacionada a algum trauma no momento de castração do gozo. O não distanciamento da anoréxica com o Outro a deixa à mercê do supereu. Esse Outro não cria obstáculos ao gozo, pelo contrário, o promove (Magalhães, 2015). 

É pelo campo da sexualidade que o sujeito exercita seus desejos, levando em consideração os limites do Outro e suas possibilidades. O comer nada é uma tentativa de neutralizar esse Outro que convida ao universo das palavras ao mesmo tempo que a devora seu desejo. Se não há falta, não há sexualidade, pois é essa que impulsiona o sujeito. É pela recusa que a anoréxica encontra a totalidade. Ela erotiza o nada para não ter que se haver com a falta. A anorexia pode ser vista como a tentativa do sujeito de lidar com o não-todo da relação sexual, portanto, ela é predominantemente uma patologia que acomete as Mulheres. Digo com M maiúsculo para assinalar que se trata da sexuação. Sem um significante-mestre que faça um conjunto da Mulher, existe uma pluralidade de Mulheres em que a imagem idealizada serve como suplência para uma falta de conjunto. Infelizmente, a indústria da beleza vende esse escabelo (ver texto anterior) prêt-à-porter para as Mulheres usarem como um significante que define a feminilidade. 

As anoréxicas são uma representação sintomática do falo faltante que esperavam da mãe. Trazer o olhar do Outro para si é uma forma de reivindicar a potência fálica que lhe faltou. Sua magreza excessiva é a forma que encontrou para ser o falo, ou o significante do desejo, do Outro. É uma experiência de coisificação do próprio desejo, ela o quer estático, passível de controle; é uma tentativa de conter o real pulsional. Assim, ela se encontra no registro do gozo puro, faltando-lhe a experiência do imaginário. Com seu reflexo sempre distorcido, sua experiência precisa ser dada no real do corpo. 

Quem chega no consultório não é o sujeito anoréxico e sim o Outro que não aguenta mais o furo que a filha faz nele. A anoréxica só vai entrar no processo analítico, só demanda a análise, no momento em que perde o controle sobre seu sintoma. É preciso desse pequeno espaço para a falta e para a angústia, que geralmente se abre quando sua vida está em risco. O sintoma precisa fraquejar, mas enquanto essa mãe estiver sofrendo, menos a anoréxica vai demonstrar que precisa de ajuda. 

O psicanalista italiano Mássimo Recalcati comenta sobre a “bulimização da anorexia” (2004). Ele traça o paralelo entre o interválo da bulimia entre o comer tudo e o vomitar até o nada, com o fracasso do sintoma anoréxico. É esse fracasso que cria a possibilidade de um desejo, de um para-além do sintoma. Seu regime ditatorial superegóico da idealização é posto em xeque no momento em que crises bulímicas começam a aparecer, e é de praxe que apareçam. Quando bulímica, ela vive a falta, mesmo que minimamente. Aí que precisa ser instaurada uma demanda de análise, nesse pequeno espaço. 

Enquanto a anoréxica quer dominar o tempo e o espaço, não quer preencher para não ter que esvaziar, ela vive sem uma dialética. Já a bulimia é seu naufrágio, por mais que se negue a falta, ela não tem como ser preenchida. Segundo Recalcanti (2004), nosso primeiro objetivo é dar a volta no aspecto imaginário da demanda de modo tal que o sujeito possa reconhecer sua implicação no seu sintoma, é fazer uma retificação subjetiva da sua queixa. Visto isso, o lugar que o analista ocupa não pode ser o do Suposto Saber, ele precisa suspender o saber para que o sujeito seja posto para trabalhar. Precisamos operar uma retificação do olhar do Outro que permita ao sujeito sair de sua posição de objeto rechaçado. Diferentemente da psiquiatria, nosso enfoque é na singularidade, ao invés de uma negligência dos aspectos subjetivos e o privilégio dos critérios tecnicistas, o psicanalista trabalha com uma reflexão crítica sobre o diagnóstico.

O que vemos na anorexia é um clássico exemplo de um discurso do mercado em ação, onde o agente não é nenhum sujeito em si, mas sim o próprio objeto a, objeto causa do desejo. Na anorexia, é o próprio corpo que interpela o sujeito para a produção constante de um significante mestre, encobrindo assim a verdade do discurso do saber e impedindo uma simbolização sobre o seu sintoma. Para Miller (2004), é precisamente este discurso que norteia o sujeito contemporâneo, com o objeto a no lugar de agente. É com ele que o sujeito tenta resolver o vazio próprio do ser falante, uma vez que ele funciona como semblante daquilo que o sujeito supõe faltar (Magalhães, 2015).

O objeto da anorexia, seu corpo magro, só serve como valor de uso. Não há relação de usufruto, pois ela não consegue ver o quão magra já está. Não há gozo mediado pela falta, mas sim um constante gozo de se fazer faltar mais. Podemos entender a recusa como uma forma de saber-fazer com o sintoma. A anorexia é o que o sujeito deu conta de produzir como uma forma de se a ver com o real. Mas isso não chega a ser um sinthoma, a anoréxica não está investida em um significante próprio, um nome apenas seu. Pelo contrário, ela está investida em um gozo que lhe é cobrado pelo Outro. 

Na anorexia, não há distância entre o sujeito e o Outro, ele é sem identidade. Elas não interpretam o desejo do Outro, apenas se submetem sem questionar. A anoréxica está a mercê do supereu tirânico, que funciona pelo imperativo “Goze!” constante. É a expressão mais pura do mais-de-gozar, se confundindo com o objeto. O que se torna faltoso é o laço simbólico da anoréxica com o Outro, restando apenas a face tirânica do supereu como imperativo de gozo (Magalhães, 2015). 

A anoréxica não tem potência simbólica para entrar em um discurso que se oponha a ela pela via simbólica, por isso tratamos-a pela via da clínica do real, do gozo. Ao colocar o objeto no lugar de agente, a anoréxica rechaça o sujeito. Precisamos instalar um espaço entre o sujeito e o Outro onde o desejo se ligue a uma causa. É o sinthoma como modo de enlace subjetivo que temos a oferecer para a anoréxica, para lhe dar uma chance de fixação e ordenação de uma forma singular. O sinthoma dá um corpo ao sujeito ao conectá-lo com seu próprio gozo, sem ser de uma forma nociva. Nossa interpretação precisa visar colocar o dito no lugar de significante mestre, tentando aproximar o sujeito do que ele diz de si mesmo. 

Munidos com os conceitos da segunda clínica lacaniana, nossa interpretação precisa ser da ordem da perturbação, não criar um significado, visando perturbar sua defesa e fazê-la entrar em contato com o real como disjunto de sentido. Não se trata de uma interpretação simbólica, pois não lidamos aqui apenas com o sujeito do inconsciente. Precisamos considerar a anoréxica como um falasser, o conjunto inconsciente e corpo. Colocar esse corpo em jogo significa fazer uso da pulsão. 

Quando pensamos no sinthoma, precisamos ter em mente a construção de uma suplência ao que se impõe no social como desvelamento da relação sexual que não existe. Ele aparece como solução nos moldes de uma suplementação à inconsistência do Outro. Para tal, precisamos furar esse Outro onipotente da anoréxica, colocá-la em contato com esse invivível do não-todo. O sinthoma como modo de gozo visa uma maneira de extrair do Outro um objeto para chamar de seu. 

Ao expor a falta no Outro, deve-se permitir uma extração do objeto a no sentido de localizar o sujeito anoréxico no mundo através de um estilo, de um modo de ser e de gozar. A anoréxica precisa aceitar pagar o preço dessa reciclagem. É uma identificação com essa falta no Outro que precisa sair da clínica. E para isso é preciso haver uma separação. Trata-se, por fim, de conseguir suportar a inconsistência do Outro, sua ausência de garantias, sem contudo ceder ao imperativo de gozo do supereu tirânico. 

A clínica da anorexia aponta para uma questão clínica no geral. O discurso do mercado é amplamente globalizado e, por consequência, os novos sintomas se baseiam primordialmente nele. 

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MAGALHÃES, Evaristo Nunes de.  Clínica lacaniana da anorexia. (http://hdl.handle.net/1843/BUBD-9UJJL9)

LACAN, J. O Seminário, livro 10: a angústia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1962-63/2005. 

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_________. Le Séminaire, Livre XXII: R.S.I. Edição apócrifa, s. d. 

_________. Le Seminaire, livre XXIII: Le Sinthome. Paris: Éditions du Seuil, 1975-76a/2005.

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MILLER, J. A. Réflexions sur l‘enveloppe formelle du symptôme. Point de Rebroussement, Actes de L’École de la Cause freudienne. Les Formes du symptôme, Paris, n. IX, , p. 67-71, 1986. 

_________. Do amor à morte. Opção Lacaniana online. Nova série. Ano I, julho de 2010, n. 2. Disponível em: www.opcaolacaniana.com.br. Acessado em 23/12/2013. 

_________. O amor sintomático. In: O sintoma-charlatão – Textos reunidos pela Fundação Campo Freudiano. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,1998

RECALCATI, M. Clinica del Vuoto: anoressie, dipendenze, psicose. Milão: Franco Angeli; 1998.

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